quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Feira do Livro do Bairro Fátima

Confira a programação:




Na II Feira do Livro do bairro Fátima o Patrono é o escritor Jairo de Souza, da ACE.



E nosso associado
 e Vice-Presidente Antônio Luiz Lisboa é o artista homenageado. 
Parabéns, Lisboa! A Casa do Poeta lhe deseja muito sucesso!

Luiz Antonio Ferreira Lisboa, músico eclético que, além de cantor e violonista, também é Poeta. Lisboa é Técnico em Música, formado pela estadual de São Leopoldo, sendo também Professor de violão.




quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Cafezinho de Aniversário

CONVITE ESPECIAL

CAFEZINHO POÉTICO

ANIVERSÁRIO DA

 CASA DO POETA DE CANOAS

Convidamos a todos para a comemoração de ANIVERSÁRIO 
da Casa do Poeta de Canoas,
 no Cafezinho Poético do dia 24/09/2015 às 15 h - no auditório da Secretaria de Cultura - na rua Ipiranga, nº 105, Canoas/RS. Será uma tarde de muitas atividades culturais. Contamos com a presença de todos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Oficina de Graffiti e Street art


Inscreva-se já!

 (projeto Pintura em Muro)
Oficineiro: Rikardo Dias
Data e horário: Turma 1 - a partir do dia 24/09, as 9h até as 12h. (total de 6 encontros, todas as quintas)
Turma 2 - a partir do dia 25/09, das 14h as 17h. Total de 6 encontros, todas sextas.
Período e local de inscrições: 6 semanas. Local: Casa das Artes Villa Mimosa.

Requisitos para inscrição:Enviar curriculo artístico e justificativa do interesse em participar para o email rikardonsk@gmail.com, até dia 14/09. Resultado dos selecionados via email e no blog www.pinturaemmuro.blogspot.com


domingo, 6 de setembro de 2015

Pátria


Amo o Brasil
                                     Bastos Tigre

Amo este céu constelado 
Céu do Brasil — manto azul —
Sobre ele, em ouro bordado,
Vê-se o Cruzeiro do Sul.
Amo estas matas virentes 
Verdes, de eterno verdor
Onde há frutos recendentes, 
De delicioso sabor.
Amo esta água cristalina 
Dos rios, viva, a correr,
Fazendo mato e campina
Serra e vale florescer.
As belas árvores amo,
Povoadas de passarinhos,
Onde a vida em cada ramo
Palpita em flores e ninhos.
—-
Água e mata, céu e terra
Flores do campo gentis,
Amo tudo quanto encerra
Meu grande e belo País.
—-
Amo as amáveis cantigas 
Que ouvi, criancinha, a cantar,
 Em doces vozes amigas, 
No berço me acalentar.
Amo a nossa gente boa
Feita só de coração,
Que, por vingança, perdoa 
E esquece por compaixão.
—-
Amo os nomes bem-fadados,
Dos que lutaram por nós;
Dos nossos antepassados,
Avós dos nossos avós.
—-
Poetas, sábios e guerreiros
Que a história em seus livros traz,
Nobres heróis brasileiros 
Grandes na guerra e na paz.
—-
Em tudo que amo e bendigo
A minha pátria se vê.
Amo, porque amo!  Não digo 
Nem que me perguntem por quê.
—-
Amo os meus pais.  Necessito 
Dizer por que amo os meus pais?
Assim proclamo, assim grito: 
Amo o Brasil!  Nada mais.
—–
Sinto-o em mim, no mais profundo
 Da minh’alma juvenil.
Adoro a Deus; e no mundo
 Amo, adoro o meu Brasil.
—-—–

(Em: Antologia Poética, Rio de Janeiro, Ed. Francisco Alves: 1982)

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Hino da Independência

 Poema: Evaristo da Veiga
Música: D. Pedro I
Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.

Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.